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Nissan acredita que pior da crise passou e espera crescimento do setor em 2017

 

Via Isto é.

 

 

A Nissan acredita que o setor automotivo brasileiro já saiu do fundo do poço, está num período de estabilização e entrará numa trajetória gradual de recuperação nos últimos seis meses de 2016. “O primeiro semestre foi de um mercado de 158 mil carros vendidos por mês na média. Para o segundo semestre, vejo um mercado de 170 mil vendidos carros por mês. É o início da recuperação”, disse em entrevista ao Broadcast, serviço de notícias em tempo real da Agência Estado, o presidente da empresa no Brasil, François Dossa. Baseado nesta hipótese, ele aposta que o setor voltará a crescer já em 2017, ainda que timidamente.

A afirmação coincide com o discurso de outras montadoras instaladas do Brasil, que confiam que o pior da crise já passou. Mas contrasta com a avaliação de analistas que sustentam que o fundo do poço só virá na passagem de 2016 para 2017. De acordo com muitos especialistas, mesmo com a melhora das perspectivas econômicas o consumo de carros continuará esbarrando, no curto prazo, no elevado índice de desemprego e na restrição de crédito.

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Bancos privados lucraram com o "bolsa empresário" do BNDES

Via Exame 

São Paulo - Os bancos comerciais concentraram os lucros do maior programa de crédito público subsidiado já feito no País, o Programa de Sustentação do Investimento, conhecido como PSI.

A instituição que liderava o programa, o BNDES, Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social, teve papel marginal na concessão do crédito.

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Produção industrial fica estável em maio com a ajuda de veículos

 

 

Via Automotive Business

Contra abril, IBGE aponta alta de 4,8% no setor, incluindo reboques e carrocerias



produção industrial brasileira ficou estável em maio na comparação com abril, de acordo com o IBGE na Pesquisa Industrial Mensal (PIM) divulgada na sexta-feira, 1º. Segundo o levantamento, 12 dos 14 ramos pesquisados apontaram crescimento, com destaque para o avanço de 4,8% no setor de veículos, incluindo reboques e carrocerias. Metalurgia e a indústria extrativa também contribuíram com índices positivos de 3,4% e 1,4% no comparativo mensal, respectivamente.

Ainda sobre o resultado de maio, a atividade industrial ficou 7,8% abaixo da registrada em mesmo mês do ano passado, assinalando o 27º índice negativo consecutivo mensal. Entre as atividades, veículos, reboques e carrocerias tiveram queda de 15,8%, exercendo a maior influência negativa junto com coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis, com recuo de 13,4%, e as indústrias extrativas que tiveram ritmo industrial 11,9% menor do que em maio de 2015.

Embora precedida de duas altas mensais consecutivas – de 1,4% em março e de 0,2% em abril – a atividade industrial acumula queda de 9,8% entre janeiro e maio contra iguais meses de 2015. Neste caso, o setor de veículos também exerceu a maior influência negativa ao registrar recuo de 24,2% na mesma base de comparação, seguido pela indústria extrativa, cuja queda também foi de 14,4%.

“Há um perfil disseminado de queda das atividades investigadas, com destaque para os derivados de petróleo/biocombustíveis, o setor extrativo e o de veículos”, aponta André Macedo, gerente de coordenação de indústria, ao comentar os resultados do PIM de maio. “Observa-se claramente um comportamento de aumento no ritmo de produção especialmente quando se compara com o fim de 2015, mas ainda assim observa-se perdas importantes para a atividade produtiva nos últimos meses. Só a queda registrada em fevereiro foi maior que os ganhos acumulados em março e abril”, analisa Macedo. 

Outras contribuições negativas relevantes sobre o total nacional no acumulado vieram de máquinas e equipamentos (-18,3%), metalurgia (-13,4%), equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos (-29,8%), produtos de metal (-15,6%), produtos de borracha e de material plástico (-12,8%), de coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (-4,2%).

Por outro lado, entre as três atividades que ampliaram a produção nos cinco meses acumulados de 2016, a principal influência foi observada em produtos alimentícios (2,7%). Os demais resultados positivos foram registrados pelos setores de celulose, papel e produtos de papel (3,1%) e de produtos farmoquímicos e farmacêuticos (2,4%).
 
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IBGE mostra redução de 2,9% na produção industrial da Bahia

 

Retração na atividade na Bahia reflete diretamente na região nordeste.

 

Via Jornaldamidia.com

A produção da indústria baiana registrou em maio uma queda de 2,9% em relação a igual mês do ano passado, conforme pesquisa divulgada hoje pela manhã pelo IBGE. Nos cinco primeiros meses de 2016, no entanto, o setor registra um  de 1,2% – o terceiro melhor do país, atrás do Pará (9,6%) e do Mato Grosso (7,4%). Nesta base de comparação, há quedas expressivas na maioria dos estados do país, com destaque para o Espírito Santo (-21,6%) e Amazonas (-18,8%).

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Gates espera crescer 25% na reposição em 2016

 

 

Sempre atento ao mercado a Gates um dos nossos principais parceiros projeta crescimento para 2016.

 

Via Automotive Business

Sidney Aguilar Jr., ex-gerente de aftermarket da BorgWarner, assumiu em fevereiro a direção dos negócios de reposição da Gates e demonstra otimismo com a evolução da operação que passou a comandar na América do Sul. “Vamos crescer 25% em 2016, como já indica o avanço no primeiro trimestre do ano”, disse a Automotive Business. O crescimento das vendas no ano passado no segmento de reposição foi de 22%. 

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Produção de grãos no Rio Grande do Sul vai crescer 2,5%

 

 

Uma Boa noticia para o agronegocio para o ano de 2016.

 

Via Jornal do Comercio

Mais uma vez, o Rio Grande do Sul registra elevação na sua produção agrícola. Dados da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) mostram uma elevação de 2,5% no volume, saindo de 31.620,5 milhões de toneladas, contra 32.421,6 milhões de toneladas. Com isso, o Estado passa a representar 17,1% da produção nacional de grãos, estimada em 189,27 milhões de toneladas. No ciclo 2015/2016, a maior alta percentual ocorreu no feijão 1ª safra, que cresceu 48,5%, saindo de um volume de 56,1 mil toneladas para 83,3 mil toneladas. Nas duas safras, a produção de feijão gaúcho somou 122 mil toneladas. Em seguida, aparece o trigo, com elevação de 43,3% no volume, com uma
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